Tal como segurar areia nas mãos...
Não há força capaz de conter.
Escorre pelas frestas, pelos veios.
Arremessa o sangue pelas veias,
Avermelha as faces.
Tal como represar água entre os dedos...
Desliza erótica, contorna as curvas.
Esconde-se e volta a mostrar-se,
deixando um rastro úmido.
Tal como não amar...
Os olhos turvam, as palavras faltam.
O interior explode em sensações quase incontroláveis...
Há a maldade que apaixona, que delira...
Quando o sangue "tem a mesma tinta",
O desejo é irmão...
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
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