As feministas que me perdoem, mas eu sou a favor do mel.
Meus “Vivas” à igualdade de direitos conquistados duramente pelas caras companheiras, mas, continuo a favor do mel.
Explico-me.
Num desses livros que relata histórias do século retrasado li a seguinte frase: “A doçura do mel é mais agradável que o azedume do vinagre.” De fato, a dureza de atitudes, as iniciativas na conquista e a conseqüente perda da “fragilidade” comprometeu a leveza natural da mulher. Nada melhor que a independência financeira e sexual, mas, convenhamos, como é bom dispor do colo protetor do “macho dominante”.
Ok, ok, suportamos as dores do parto, a menstruação, as depilações, vivemos mais... no entanto, não há porque contar aos homens que somos tão mais fortes. Vamos deixar que eles nos aconcheguem, que nos afaguem. No que me diz respeito, prefiro ser doce e morna como o mel, a ser cortante e azeda como o vinagre. O referido tempero tem seu valor, é tão bom quanto necessário, mas fica restrito a pequenas quantidades, o exagero causa repulsa. Sim, mel aos borbotões também enjoa, cabendo a nós administrar pequenas e viciantes doses.
Por si só o mel é uma substância sensual. Acredito que poucas pessoas já utilizaram vinagre durante uma transa(!). Já a substância densa e dourada é derramada nas mais diversas partes do corpo... escorrendo lenta pelos cantinhos da boca, queixo... o resto é com você. O que mais agrada o paladar dele (ou dela! Vai saber...) vinagre ou mel?
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
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Booooooooaaaaaaaaaa!!!!
ResponderExcluirHahahahaaha, mandou bem.
Te amo mulher.